Tormenta
Não busco o que me atormenta
Busco do amor a tormenta
Que me alimenta, sacia a alma
Que me invade, que me acalma
Não busco a saciedade no sexo do prazer
Busco a fragilidade do sentimento de fazer
Que a sede que só se aplaca
Quando o amor chega e deixa sua marca
Não quero a onipresença de desejo
Nem quando só em sonho te vejo
Quero reinventar a brandura do olhar
Que encontra o teu e me ensina amar
Quero fazer o silêncio falar por nós
Explicar o que não consegue minha voz
E, só então, fazer ressurgir da dor
A forca inquebrantável desse amor
Busco do amor a tormenta
Que me alimenta, sacia a alma
Que me invade, que me acalma
Não busco a saciedade no sexo do prazer
Busco a fragilidade do sentimento de fazer
Que a sede que só se aplaca
Quando o amor chega e deixa sua marca
Não quero a onipresença de desejo
Nem quando só em sonho te vejo
Quero reinventar a brandura do olhar
Que encontra o teu e me ensina amar
Quero fazer o silêncio falar por nós
Explicar o que não consegue minha voz
E, só então, fazer ressurgir da dor
A forca inquebrantável desse amor
Quero dizer que minhas palavras valem pouco diante do que sinto