Cai a noite...

Quando a tarde se despede e o pano da noite cai sobre o palco do mundo, ficam as incertezas rasgadas nos lençóis que conhecem bem a paixão e as lágrimas. E o desespero da solidão teima em subverter a luz que nunca se apaga, nunca cessa.
A vontade é maior, mas às vezes o espírito deixa-se arrastar pelas ondas de trevas que tentam à força afundar todas as esperanças que desaguam nos olhos de quem ama e chora... E as nuvens tomam conta da linha do horizonte.
Podem passar dias, anos de escuridão... Mas uma manhã o Sol vai novamente unir-se à Lua e inundar de luz e amor o coração e a alma dos amantes esquecidos e perdidos. E nos sorrisos e beijos reencontrados, nos toques que arrepiam a pele, nos lábios que exploram a verdade do amor, apenas uma certeza vai percorrer o mundo, levada pela brisa apaixonada da manhã:
Valeu a pena esperar.
A vontade é maior, mas às vezes o espírito deixa-se arrastar pelas ondas de trevas que tentam à força afundar todas as esperanças que desaguam nos olhos de quem ama e chora... E as nuvens tomam conta da linha do horizonte.
Podem passar dias, anos de escuridão... Mas uma manhã o Sol vai novamente unir-se à Lua e inundar de luz e amor o coração e a alma dos amantes esquecidos e perdidos. E nos sorrisos e beijos reencontrados, nos toques que arrepiam a pele, nos lábios que exploram a verdade do amor, apenas uma certeza vai percorrer o mundo, levada pela brisa apaixonada da manhã:
Valeu a pena esperar.